quarta-feira, 25 de novembro de 2009

▪Coloca o aluno em contato com o conhecimento construído historicamente – não é mais o detentor do conhecimento, aponta caminhos para que seus alunos descubram e construam de forma interativa os saberes.

▪E aquele que organiza ações que possibilitam aos alunos o contato crítico e reflexivo com o diferente, e o desvelamento dos implícitos das praticas de linguagem, articulando o conhecimento dos recursos discursivos e linguísticos.




▪É aquele que cria condições para que o aluno se aproprie da linguagem e dos gêneros orais e escritos que circulam na sociedade (Tudo é Linguagem).



SOBRE O TEXTO
▪Toda a discussão sobre a língua portuguesa não se faz por intermédio do texto, mas no texto.

SOBRE O TEXTO
▪O texto como unidade básica do ensino.

SOBRE O TEXTO
▪Traz o trabalho com o texto como construção cultural (perspectiva do letramento).
SALA DE AULA espaço educativo. E o espaço da reflexão sobre o que ocorre em sala de aula – tanto do ponto de vista do conteúdo pedagógico como das relações entre os atores.
SALA DE AULA um espaço onde cada sujeito tem direito a palavra e essa a palavra deve encontrar ressonância no discurso do outro. Um espaço de reflexão em que seja possibilitado o contato de diferentes opiniões.


SALA DE AULA Perspectiva do letramento.




RELATÓRIO DA OFICINA 5 - TP 3 – ALTA FLORESTA –
PERÍODO MATUTINO.

A oficina aconteceu nas dependências do Secitec no dia 24/04/2009. Iniciamos dando as boas vindas a todos os presentes. Um dos critérios para a realização das oficinas é o de que seguíssemos os horários estabelecidos e, dessa forma iniciamos alterando um pouco a programação tendo em vista que nem todos os cursistas estavam presentes.
Optou-se por iniciar as socializações do “avançando na prática” e depois retomássemos a ordem inicial. A professora Ana iniciou o relato dizendo das dificuldades que encontrou. Dentre elas, o fator tempo. Sentiu que não explicou a contento para os alunos o que de fato queria. E que em função disso pensa que os alunos não desenvolveram produções melhores. Os alunos da professora Ana realizaram a biografia.
A professora Miriam também alegou o fator tempo como um dos entraves para a realização das atividades. Mas salientou que os alunos se envolveram muito nas atividades de produção das biografias.
A professora Eliane Silva achou o trabalho maravilhoso. Disse que os alunos se sentiram motivados durante a realização da mesma. A professora Gessi optou por trabalhar com a poesia. Trabalhou a partir da música “operário em construção”, mas ainda não concluiu toda a atividade.
Graziela relatou sua atividade com muita empolgação. Após esses relatos realizou-se a dinâmica “os Sonhos“ cujo objetivo era o de organizar diferentes grupos para a realização das atividades da oficina. Na sequencia houve a apresentação dos conceitos sobre os Gêneros textuais que são maneiras de organizar as informações lingüísticas de acordo com a finalidade do texto, com o papel dos interlocutores e com as características da situação. Para compreender essa organização é preciso atentar para a Competência Lingüística, isto é, aprender o código lingüístico da Língua Portuguesa e levar em conta a Competência Sociocomunicativa que é a capacidade para perceber as diferenças na organização dos textos (depende das experiências/ cultura). Toda comunicação se dá por textos. E todo texto se realiza em um gênero. Dessa forma Gêneros textuais – não se definem por aspectos formais ou estruturais da língua. Estão ligados à natureza interativa do texto – funcionalidade/usos.
A identificação e classificação dos textos- resulta de um “jogo” de fatores lingüísticos e sociais. Segundo Luiz A. Marcuschi são eventos textuais altamente socioculturais, dinâmicos e plásticos – surgem de acordo com as necessidades e atividades socioculturais, bem como na relação com inovações tecnológicas. Não são inovações absolutas – é a chamada transmutação dos gêneros – que é a assimilação de um gênero por outro gerando novos. Ex: email_ carta. Gênero poético - é o que privilegia a musicalidade, o ritmo das palavras, a sonoridade e no qual predomina a função poética da linguagem (EU) – as palavras são geralmente usadas com sentido figurado. É a situação sociocomunicativa que define nitidamente, se um texto pertence ao gênero poético ou não. Subclassificação – gênero poético – O cordel. É um gênero textual com origem na Idade Média, que ainda hoje tem sua função social de ensinamento, de aconselhamento, de transmissão de informações. Originalmente uma narrativa oral popular, o texto de cordel conserva marcas de oralidade e a forma em verso tem o objetivo de facilitar a memorização para ouvintes muitas vezes analfabetos. Representa também uma transição entre a cultura popular e a literária - Ariano Suassuna- é um grande estudioso do Cordel.
Com os grupos formados foi distribuído o texto “Circuito de gêneros”. Obs: esse texto foi trabalhado durante a formação em Cuiabá – pela professora assessora da disciplina de Literatura.

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