Sandra disse que também desenvolveu a atividade sobre as festas e acrescentou que foi uma atividade prazerosa para os alunos porque eles têm conhecimento. Quando o assunto a ser produzido tem referência para eles é muito produtivo enfatizou.
Tatiana resolveu trabalhar com os convites e, disse que os alunos apresentaram boas produções. Graziela disse ter ficado surpresa com a atividade proposta (convites), pois alguns alunos que antes tinham resistência para produzir textos – agora com a metodologia do Gestar estão participando e de forma satisfatória.
Vanilza deu seqüência nas atividades a partir da biografia de Drummond já realizadas no TP 3 - levando para a sala de aula a poesia Cidadezinha Qualquer e, depois levou os alunos a pesquisarem sobre a cidade de Itabira. Após as pesquisas os alunos produziram textos narrativos e descritivos sobre a cidade deles.
Já a professora Alexandra elaborou cartazes e convites sobre a festa junina da Escola Ludovico da Riva que acontecerá ainda este mês.
As professoras Ozilene e Fernanda disseram que conseguiram levar os alunos da Escola Dom Bosco na Expoalta e, após a visita eles elaboraram relatórios e reportagens. Os alunos da professora Deise elaboraram textos informativos sobre a exposição. Maria Josete trabalhou com textos informativos.
Na sequência houve a apresentação dos conceitos das unidades. Falou-se sobre as funções da escrita que são: ampliar a potencialidade de nossa memória; possibilitar a comunicação à distância e, tornar-se um instrumento de poder.
1. Antes da escrita tínhamos que decorar as informações. Com a escrita ampliamos nossos potenciais de criar e imaginar novos mundos e refletir sobre tudo o que está na natureza e a nossa disposição. Com a escrita registramos os acontecimentos (o que não gostaríamos de esquecer, nossos compromissos), etc.
2. Na medida em que as sociedades tornaram-se mais complexas, o domínio desta ferramenta tornou-se imprescindível. Passamos a nos comunicar de forma complexa com nossos interlocutores onde quer que estejam por meio de cartas, fax, internet, romances, jornais, etc.
3. Quem domina a escrita domina um código complexo que compõe formas de comunicação diferentes com funções daquelas utilizadas na oralidade. ( a pessoa passa a não depender – de um interlocutor fisicamente presente/mediador. Existe um aprendizado autônomo.
Na sequência discutimos sobre o processo de leitura, pois quanto mais a leitura tiver um objetivo para o aluno, mais ele vai buscar o material mais adequado, ou vai ler com mais disposição o que lhe é oferecido e com mais facilidade vai compreendê-lo.
É preciso tornar a leitura verdadeiramente significativa. Para isso é preciso criar nos alunos motivos para ler- ou ajudá-los a ter a necessidades de ler.
Foucambert – um dos maiores estudiosos da leitura – distingue as seguintes formas de leitura, a partir de nossos objetivos:
a- Uma leitura exploratória - quando procuramos um trecho (rápida);
b- Seletiva – buscar a idéia global e básico do texto – lenta/rápida.
c- Informativa – informação pontual – ex: número de telefone;
d- Integral – conhecimento global e básico do texto - rápida.
e- Fruição – buscando detalhes – desfrutando – lenta/envolve releituras.
Os objetivos de leitura com o sujeito. São os objetivos que definem não só a procura do texto a ser lido, mas também os procedimentos e a compreensão dele.
A compreensão do texto é uma construção do leitor, a partir de sua história.
Cabe à escola não somente valorizar e chamar atenção para “essas experiências”, mas ampliá-las, ensinando cada aluno a observar o mundo que o rodeia, a dominar técnicas, produzir crítica e a desenvolver sua criatividade, sua voz, seu estilo. É preciso reconhecer texto e leitor como criadores de significados.
Nessa oficina exibimos o filme “Narradores de Javé” e abordamos o Letramento – são práticas e eventos relacionados ao uso, função e impacto da escrita na sociedade. Letramento é descobrir a si mesmo pela leitura e pela escrita, é entender-se, lendo ou escrevendo. (Magda Soares).
Os significados dessa prática são construídos na interação entre sujeitos. É preciso estabelecer relações entre o fazer da sala de aula e os usos da leitura e escrita no cotidiano do resto da sociedade.
Depois dos relatos exibimos o filme “Narradores de Javé”. Ao final do filme realizamos o debate. As questões que nortearam o mesmo foram – Qual o papel do escriba naquela comunidade – Quais as práticas de letramento – Há momentos de alfabetização – na seqüência lemos a poesia e as explicações da autora Magda Soares –livro Letramento – um tema em três gêneros. (2000). Nesse encontro pudemos observar que as dúvidas que alguns cursistas apresentavam em relação aos conceitos entre alfabetização e letramento foram sanadas.
RELATÓRIO DA OFICINA 8 TP 4
A oficina aconteceu nas dependências do NEAD de Alta Floresta no dia 26/06/2009. Iniciamos dando as boas vindas a todos os presentes. Apresentou-se a estrutura e os objetivos da oficina e, na seqüência houve a socialização dos Avançando na Prática.
terça-feira, 24 de novembro de 2009
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