Após a socialização houve a apresentação dos conceitos. Houve a necessidade de retomar e aprofundar alguns trechos teóricos tendo em vista a problemática variação lingüística e o desconhecimento de alguns cursistas em relação à Sociolingüística. Nesse momento realizamos a leitura e reflexão dos textos “Nois Mudemo” e minha história.
Depois realizamos a dinâmica dos balões coloridos para a formação dos grupos. Os grupos receberam a atividade 1. A atividade consistia em realizar a leitura, interpretação e apresentação teatral do texto “O Assalto”. Esse texto aborda os mais diferentes dialetos das cinco regiões brasileiras. Os grupos se organizaram e realizaram boas divertidas apresentações.
Houve a leitura do texto “Causo mineiro” e, a reflexão abordou a questão da linguagem oral e da escrita. Os cursistas disseram que com esse tipo de atividade faz com que os alunos percebam que a escrita não é a transcrição da fala.
Nesse momento partimos para a segunda atividade – com os mesmos grupos já organizados por regiões. Estes deveriam ler a receita mineira de “repôio com aí e oio” e produzir uma receita de algum Estado brasileiro. Abordou-se nessa oportunidade os aspectos ligados a língua e a cultura. Tivemos apresentação de receitas paulista, mineira, carioca, cuiabana, gaucha e baiana. Encerramos com “a oração do Matuto”. A oficina contemplou os objetivos propostos.
OFICINA 2 TP 1
A oficina 2 do TP1 ocorreu no dia 30/10/2009 nas dependências da UNIFLOR e ressaltou o texto como centro das experiências no ensino da língua. Os objetivos da oficina foram: Conceituar texto; indicar as razões do estudo prioritário de textos no ensino-aprendizagem; reconhecer os diferentes pactos da leitura dos textos; identificar os traços da intertextualidade em nossa interação cotidiana; identificar os vários tipos de intertextualidade, além de identificar os pontos de vista nas interações humanas.
Ao prepararmos a oficina, nós formadoras, sentimos a necessidade de repensarmos algumas ações para essa oficina, pois ao estudarmos o texto “ampliando nossas referências” vimos a necessidade de realizarmos uma pesquisa sobre as teorias propostas para o entendimento da leitura. Decidimos levar textos que enfocassem a teoria do conhecimento, já que a maioria dos cursistas possui habilitação em Letras e esses estudos muitas vezes não fazem parte da formação acadêmica.
Houve uma leitura dinâmica com pausas para questionamentos e esclarecimentos de dúvidas.
Na teoria do conhecimento relacionamos os estudos filosóficos com os estudos dos lingüistas em relação ao inatismo. Depois ao empirismo e a experiência e por último discutimos a dialética e a interação humana.
Após a leitura, os cursistas realizaram a leitura da fábula “ A língua” observando a presença das teorias do conhecimento, psicologia/psicanálise, sociologia, pedagogia,da comunicação, análise do discurso e a teoria literária. Observaram que todas essas abordagens se apresentaram na fábula, pois essa leitura depende da história do leitor, da época e da sociedade em que são produzidas.
A leitura das teorias já nos encaminhou para os estudos sobre a intertextualidade que foi a segunda atividade. Levamos alguns textos que abordavam claramente o assunto. Após as discussões pedimos que os cursistas produzissem intertextos a partir dos mesmos.
Depois houve orientações sobre os portfólios e os projetos.
OFICINA 3 TP 2
A oficina 3 ocorreu no dia 13/11/09 nas dependências da UNIFLOR de Alta Floresta. Primeiramente apresentamos a estrutura e os objetivos da oficina, a saber: Caracterizar a gramática internalizada e o ensino produtivo; Caracterizar a gramática descritiva e o ensino reflexivo; Caracterizar a gramática normativa e o ensino prescritivo; Apresentar as várias possibilidades de organização da frase. Depois houve a socialização. A cursista Ceverina disse que aplicou o avançando da página 56 e, que levou uma tela para a sala de aula. A tela que ela levou é de uma professora da própria escola. Ceverina disse que os alunos ficaram admirados em analisar a obra, pois já haviam visto, mas nunca tinham explorado dessa forma. Ceverina disse que deu dicas para que os alunos começassem a descrição, mas logo depois os alunos dispensaram seus comentários. A professora ficou encantada com as produções - seus alunos produziram verdadeiras descrições poéticas. Tatiana disse que realizou a mesma atividade, porém utilizou as gravuras que estão nos muros e paredes da escola JVCJ – disse que levou os alunos para o pátio e pediu que eles observassem atentamente as imagens. Depois pediu para que eles descrevessem o que viram. A professora também se surpreendeu com os resultados. Ressaltou que percebeu um avanço educacional por parte de seus alunos e também dela. Alexandra – argumentou que a prática do Gestar II é diferenciada e contagia os alunos. Albelly – a partir da formação do Gestar II eu comecei a ver o meu aluno como “único” antes eu via a sala como um todo. Andrea – disse que os alunos não aceitavam fazer as atividades e, agora se deixaram até fotografar realizando as atividades. Graziela – disse que pediu a descrição, mas que alguns alunos acrescentaram a narração nos textos. Eronilce
terça-feira, 24 de novembro de 2009
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