Depois partimos para as discussões sobre a Literatura para adolescentes. Sabemos que os adolescentes lêem pouco, preferem ler revistas e jornais. Seus problemas de leitura estão ligados também a leitura do professor e de práticas pouco produtivas da escola, em torno do ato de ler. Diante disso, o professor precisaria insistir em leituras mais longas, completas, e dar um espaço privilegiado para o livro de literatura. É preciso escolher obras que abordem assuntos palpitantes para você. Sem conhecimento e sem experimentar a literatura, o professor tem chances muito reduzidas de ajudar a formar leitores verdadeiros.
Após as discussões sobre a necessidade de o professor ser leitor para fazer alunos leitores foi distribuído um livro para que cada grupo realizasse a leitura e, a partir da mesma elaborasse uma proposta motivadora de leitura para crianças e adolescentes.
Os livros foram: A decisão do Campeonato da autora Ruth Rocha; a Bela Adormecida no Bosque de Charles Perrault tradução de Ana Maria Machado; O Piquenique de Catapimba de Ruth Rocha e a Ilha do Tesouro de Robert Louis Stevenson adaptação de Isabel Vieira. Após a apresentação dos resumos dos livros o grupo percebeu que as temáticas dos livros se relacionavam, pois tratavam de questões de competição/disputa e da luta do bem e do mal.
Os grupos sugeriram atividades preparatórias, leituras de imagens, leitura em voz alta pelo professor, leitura individual do aluno e atividades para compartilhar a experiência – enumerar ou desenhar as histórias; recontar a história oralmente e por escrito. Adotar um caderno de registro das leituras realizadas. Com os seguintes critérios: Gostou? Por quê? Não gostou? Por quê? A oficina se encerrou com os encaminhamentos da próxima oficina.
OFICINA 1 TP 1
A oficina 1 do TP 1 ocorreu nas dependências da Escola Estadual João Paulo I. Iniciamos dando as boas vindas aos participantes e depois apresentamos a estrutura e os objetivos da oficina. Os objetivos dessa oficina foram: relacionar língua e cultura; identificar os principais dialetos e registros do Português; caracterizar a norma culta; caracterizar a linguagem literária, além de caracterizar a linguagem oral e escrita.
Nesse momento citamos alguns autores e pesquisadores como: Marcos Bagno e Magda Soares que afirmam que o preconceito não é apenas lingüístico, mas social. Após a socialização houve a apresentação dos conceitos. Houve a necessidade de retomar e aprofundar alguns trechos teóricos tendo em vista a problemática variação lingüística e o desconhecimento de alguns cursistas em
terça-feira, 24 de novembro de 2009
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