terça-feira, 24 de novembro de 2009

RELATÓRIO SEMESTRAL GESTAR PARA UNB1

resultados das avaliações do Gestar aplicadas em algumas turmas, as quais apresentaram resultados satisfatórios. Depois das apresentações houve a dinâmica da bala para a formação dos grupos de trabalho.
Nesse momento desenvolvemos atividades com enfoque na argumentação como: a dinâmica dos objetos inúteis (argumentos sobre possíveis utilidades), pois todo uso da linguagem é argumentativo e estabelece uma interação com o outro, uma relação de fazer social. E toda linguagem é, assim, um processo sempre em movimento.
Segundo Platão e Fiorin Comunicar não é, somente um fazer saber, mas também um fazer crer e um fazer fazer. A aceitação depende de uma série de fatores: emoções, sentimentos, valores, ideologia, visão de mundo, convicções políticas etc. a persuasão é então o ato de levar o outro a aceitar o que está sendo dito, pois só quando ele o fizer a comunicação será eficaz.
Tipos de argumentos:
De autoridade – ajuda a sustentar sua posição, lançando mão da voz de um especialista, uma pessoa respeitável (líder, artista, político), uma instituição de pesquisa considerada autoridade no assunto.
De exemplificação – relata um fato ocorrido com ele ou com alguém para dar um exemplo de como aquilo que ele defende é válido.
De provas - comprova seus argumentos com informações incontestáveis: dados estatísticos, fatos históricos, acontecimentos notórios.
De princípio ou crença pessoal – refere-se a valores éticos ou morais supostamente irrefutáveis.
De causa e conseqüência – afirma que um fato ocorre em decorrência de outro.
Para fechar a conceituação sobre a argumentação realizamos a dinâmica da felicidade (argumentos sobre: o que é, o que constrói, o que destrói e quem é responsável por sua felicidade). Ambas visando à construção da argumentação.
Depois abordamos a Produção textual: planejamento e escrita porque a prática de leitura na escola deve ser planejada como uma seqüência em que o aluno está sempre tendo oportunidade de pensar e refletir sobre o texto que está produzindo, interagindo com o próprio texto e com os textos de seus colegas.
O professor, por sua vez, deve criar situações em que prepare o aluno para a escrita e para a definição da situação de comunicação, que aceite as perguntas dos outros e que estabeleça uma produção textual flexível.
Considerar as etapas do processo de escrita para reescrever seu texto ou trechos de texto de acordo com as observações dos leitores (colegas, professor, família, outros leitores), o aluno vai aprendendo a compará-las aos seus objetivos e intenções porque a escrita é um ato social e comunicativo por isso insere-se numa determinada situação que tem uma função, interlocutor, objetivo, versa sobre um tema, de acordo com uma intenção.
O encontro foi encerrado com a avaliação da oficina.

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